Export iten: EndNote BibTex

Please use this identifier to cite or link to this item: http://sitios.anhembi.br/tedesimplificado/handle/TEDE/1651
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorSANTANA, Fábio de Amorim-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8702738J7por
dc.contributor.advisor1Cánepa, Laura Loguercio-
dc.date.accessioned2017-07-03T22:25:35Z-
dc.date.issued2016-01-29-
dc.identifier.citationSANTANA, Fábio de Amorim. Quase humanos, quase máquinas. 2016. 129 f. : il. Dissertação (Programa de Pós-Graduação Mestrado em Comunicação) - Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://sitios.anhembi.br/tedesimplificado/handle/TEDE/1651-
dc.description.resumoEsta dissertação tem o objetivo de analisar o inumano (LYOTARD, 1990) em Metropolis (ALE, 1927), Tempos Modernos (EUA, 1936) e Cosmopolis (CAN, FRA, POR, ITA, 2012) e sua relação com a tecnologia. As três obras estão interligadas pelo inumano, tanto aquele que se refere ao chamado desenvolvimento (ou progresso) técnico e econômico, quanto o outro inumano, individual, que está presente em nossa infância e nos acompanha na fase adulta pela recorrência da memória (LYOTARD, 1990). Portanto, o tempo e a tecnologia são dois fatores fundamentais na formação de nossa humanidade contemporânea, e os filmes Metropolis e Tempos Modernos, de Fritz Lang e Charles Chaplin, respectivamente, representam o marco de uma nova humanidade no século XX, cada vez mais atenta a velocidade, ao progresso tecnológico. Estes filmes criticam a chamada Modernidade e seu projeto de conforto, segurança e felicidade para todos graças à tecnologia. Cosmopolis, de David Cronenberg, atualiza a discussão mostrando onde estamos. Metropolis imagina as cidades do futuro, divididas entre os privilegiados e os operários. Tempos Modernos critica a industrialização, o fordismo numa cidade do presente, e pede outro futuro mais humano. Já Cosmopolis é o futuro realizado, agora, o caos, o momento em que o dinheiro foi tão acumulado pela ideia de "tempo é dinheiro", que agora o capital "vende" o tempo em seus produtos tecnológicos. Afinal, pensando bem, o que um smartphone oferece para nós? Os humanos foram arrastados, desde a época dos dois primeiros filmes (período entre as guerras), para um desenvolvimento inumano, em que não há mais alternativa humana, política e econômica para este processo de aceleração do tempo. A "vida administrada" (pelos homens-corporações, pelo sistema financeiro) anula o tempo, a memória, o corpo, sempre ao tentar programá-los. Uma solução seria voltar para o outro inumano (LYOTARD, 1990), nós mesmos, nossas memórias, recuperar nossa educação não-pronta, executada na velocidade lentapor
dc.description.abstractThe objective of this research is to analyze the inhuman (LYOTARD, 1990) in the films Metropolis (GER, 1927) Modern Times (USA, 1936) and Cosmopolis (CAN, FRA, POR, ITA, 2012) and their relationship with technology. The three works are linked by the inhuman, so that it comes to the so-called technical and economic development (or progress), as the other inhuman: individual, which is present in our childhood and follows us into adulthood by the recurrence of memory (LYOTARD, 1990). Therefore, time and technology are two key factors in shaping our contemporary humanity. The Metropolis and Modern Times films, by Fritz Lang and Charles Chaplin, respectively, represent the framework of a new humanity in century XX, more and more interested in speed and technological progress. These movies criticize the so-called modernity and its project of comfort, safety and happiness for everyone: only possible by technology. Cosmopolis, by David Cronenberg, updates the discussion. He shows where we are. Metropolis imagine the cities of the future, divided between the privileged and the workers. Modern Times criticizes the industrialization, the Fordism in the 30’s, and requests another future, much more human. While Cosmopolis is the future accomplished: the chaos, the time when the money was so accumulated by the idea of "time is money", that now the capital "sell" (or offers) the Time (itself) in technological products. After all, what a smartphone offers to us? Just time. Time layers. Humans were dragged - since the time of the first two films (the period between the World Wars) - to an inhuman development, where there is no more human alternative, political and economic too, for this time acceleration process. A "managed life" (by the men-corporations, by the financial system) annuls the time, the memory, the body, because it is always trying to program them. One solution would be to go back to the other inhuman (LYOTARD, 1990), to ourselves, to our memories, to recover our non-ready education, executed at a slow speed, that is necessary so that we can digest and live the experiences and emotions. The characters of these three films are looking for the solution for speed. They want their inhumanity (childhood) back. This is the subject of this research: just a reflection on our almost humanity, and on our almost "machinety" in this contemporary society.por
dc.description.provenanceSubmitted by Patricia Figuti Venturini (pfiguti@anhembi.br) on 2017-06-27T22:26:38Z No. of bitstreams: 1 Fábio de Amorim Santana.pdf: 2162703 bytes, checksum: 554f803b899cbcdf928d16dee9113a60 (MD5)eng
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Patricia Figuti Venturini (pfiguti@anhembi.br) on 2017-07-03T22:22:09Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Fábio de Amorim Santana.pdf: 2162703 bytes, checksum: 554f803b899cbcdf928d16dee9113a60 (MD5)eng
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Patricia Figuti Venturini (pfiguti@anhembi.br) on 2017-07-03T22:24:24Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Fábio de Amorim Santana.pdf: 2162703 bytes, checksum: 554f803b899cbcdf928d16dee9113a60 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-07-03T22:25:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Fábio de Amorim Santana.pdf: 2162703 bytes, checksum: 554f803b899cbcdf928d16dee9113a60 (MD5) Previous issue date: 2016-01-29eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Anhembi Morumbipor
dc.publisher.departmentUniversidade Anhembi Morumbi::Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação Stricto Sensupor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUAMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Mestrado em Comunicaçãopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectComunicação; Análise fílmicapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADASpor
dc.titleQuase humanos, quase máquinaspor
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Mestrado em Comunicação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Fábio de Amorim Santana.pdfNa íntegra2.11 MBAdobe PDFView/Open ???org.dspace.app.webui.jsptag.ItemTag.preview???


Items in TEDE are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.